quarta-feira, 18 de junho de 2008

To be or not to be. That's the question!


É interessante como o medo de ser reconhecido pelo que se é de verdade assola as pessoas.

Todos querem ser reconhecidos por suas qualidades, mas temem por demais que seus defeitos sejam conhecidos.

Reconheço sim, que as pessoas são cruéis em julgamentos. Que dependendo desses julgamentos, podemos ser afastados ou aproximados do convívio de pessoas amadas. Que a revelação de nossas características ruins pode abalar, e muito, nossa vida.

Mas ao mesmo tempo, acredito que vale a pena pagar esse preço. Vale a pena viver sendo o que é. Triste são as pessoas que (sobre)vivem dependendo da visão externa. É irreal! É inútil! Fútil! Não se faz ninguém feliz assim... não se é feliz assim!

É impotante gostar de ser o que é. Admirar-se. Orgulhar-se. Reconhecer-se. E, decepcionar-se também. Faz parte da vida e amadurece o homem.

Procurar ser uma pessoa melhor, sem deixar a essência é o que procuro. Não culpo os que ainda preferem omitir-se, pois realmente, o preço que se paga pela autenticidade é caro. Entretanto, não se pode negar que só é grande quem reconhece suas falhas, tornando-se assim o que se é e o que se será: superior a si mesmo.

4 comentários:

Unknown disse...

O problema é que as vezes nem em nossas palavras conseguimos ser nós mesmos... tudo que se é, pensa, escreve ou fala, ja existiu um antes! Já pensou nisso? rs

Eu sou malucoooooooooo!
Gostei do texto... excelente!
beeijos querida

Carol disse...

Não nunca pensei...

Pensando agora ... ... ... ... ...

Penso que as palavras que já foram ditas ou escritas podem ser minhas a partir do momento que eu tomo posse delas e as transformo em conhecimento meu. As palavras são reverberações do nosso ser. Se já foram ditas, direi-as novamente. Se fazem parte de mim, são minhas também.

Unknown disse...

É verdade!
Mesmo que seja externo, se fizer parte de nós, é nosso também, assim como as palavras, pensamentos e todo o resto.
Mesmo porque o impacto e efeito disso tudo é exclusivamente de cada um, jamais existira algo igual.

Unknown disse...

Muito interessante..vou refletir sobre isso hoje a noite antes de dormir.